Meu sócio é meu amigo. Preciso de contrato?
A amizade pode ser o começo de uma grande sociedade. Mas ela não substitui um bom contrato. Abrir um negócio com um amigo pode parecer a combinação perfeita. Vocês se conhecem, confiam um no outro, têm objetivos parecidos e provavelmente já conversaram inúmeras vezes sobre a ideia de empreender juntos. É justamente nesse cenário que costuma surgir uma frase perigosa: “A gente se conhece há anos. Não precisa colocar tudo no papel.” Precisa. E não porque exista necessariamente desconfiança entre vocês. Pelo contrário: formalizar as regras pode ser uma das melhores formas de preservar tanto o negócio quanto a própria amizade. Afinal, quando tudo está dando certo, é fácil concordar. O verdadeiro teste de uma sociedade aparece quando surgem as primeiras divergências. Quem vai trabalhar mais? Quem vai administrar? Como os lucros serão distribuídos? O que acontece se um dos sócios quiser sair? E se um deles parar de cumprir aquilo que foi combinado? E se um sócio morrer? E se você...